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Você é salvo? Já nasceu de novo? Quando? Jesus disse, “Necessário vos é nascer de novo.” (Jo. 3:7) Se quiser ser salvo e ter a vida eterna:

Primeiro: Reconheça que é pecador (Ro. 3:10, 23)
Segundo: Se arrependa de seus pecados (At. 17:30)
Terceiro: Creia no Senhor Jesus Cristo (Jo. 9:36)
Quarto : Confesse com sua boca o Senhor Jesus a outros. (Ro. 10:9)

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; " (Ef. 2:8-9)




LUAS SANGRENTAS DURANTE A PRÓXIMA SEMANA DE ANOS DE ISRAEL

 
 
 
 
Prof. Johan Malan, Middelburg, (Junho 2008)
 


       O pastor Mark Biltz, um judeu messiânico dos Ministérios El Shaddai, perto de Washington, fez uma descoberta fantástica sôbre os eclipses do Sol e da Lua, relacionando-os com as profecias bíblicas àcêrca de Israel. Refere-se êle a várias “luas sangrentas”que vão acontecer em 2014 e 20l5, durante o ano sabático da próxima semana de anos. Êle interpreta êste fenómeno baseando-se em Joel 2:31, onde Deus diz: “O Sol tornar-se-á escuridão e a Lua sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do Senhor”.

       Mark obteve esta informação no Eclipse Website da NASA, tendo descoberto um quadro claro na sequência de eclipses, ao datá-los de acordo com o calendário judaico. A ocorrência de costas, de quatro luas sangrentas em anos sucessivos, é acontecimento raro na história. Aconteceu em 1949/50, depois de Israel ter sido restaurado na sua terra em 1948, e de novo em 1967/68, depois da Jerusalém bíblica (a Cidade Velha), ter sido reconquistada por Israel em Junho de 1967. A próxima vez a acontecer será em 2014/15, e é muito provável que possa acontecer concorrentemente com importantes acontecimentos proféticos em Israel.

       Não pode ser atribuído a coincidência, que todas as quatro luas sangrentas de 2014/15 se verifiquem durante festivais religiosos de Israel, juntamente com dois eclipses do Sol também em dias importantes em 2015. Haverá uma lua sangrenta no 14º dia do mês Nissan, em 2014, na data da celebração da Páscoa judaica em Israel (Lev. 23:5). Nissan é o primeiro mês do calendário religioso judaico. No 15º dia do sétimo mês (Tishri), quando começa a festa dos Tabernáculos (Lev.23:34), haverá outra lua sangrenta. E em 2015 repetir-se-á exactamente o mesmo cenário. Devido ao ano lunar de Israel, estas datas coincidem todas com a lua cheia – e nestas ocasiões a lua tornar-se-á côr de sangue. Além dos eclipses lunares, haverá também dois eclipses do Sol em 2015 – um no primeiro dia de Nissan e de novo outro no primeiro dia de Tishri. Rosh Hashanah (Novo Ano judaico) celebra-se no 1º dia de Tishri, que é o comêço do seu calendário civil.

       As descobertas de Mark Biltz tornam-se aínda mais significativas, quando se leva em conta que o ano de 25 de Setembro de 2014 a 13 de Setembro de 2015 será um ano sabático, que concluirá a semana de anos que começa com a festa de Rosh Hashanah em 30 de Setembro de 2008. Quatro luas sangrentas em anos sucessivos nunca mais se registarão durante todo o resto do século 21. Isso fortalece a expectativa que a semana de anos que começa em 30 de Setembro de 2008 e termina em Setembro de 2015, pode muito bem ser o período de tribulação de sete anos do govêrno do Anticristo. Do ponto de vista de Israel, será a 70ª semana de anos de Daniel. Esta conclusão não pode ser expressa explicitamente como facto, mas deve no entanto ser considerada como forte possibilidade.

       Outras evidências proféticas apoiam esta expectativa, e Mark Biltz também se referiu a outros sinais com ela relacionados. Êle diz que os eclipses do Sol estão associados a épocas de trevas na história de Israel, especialmente quando êles ocorrem no mês de AV (Julho/Agosto). Os judeus jejuam durante êste mês e lamentam a destruição do primeiro templo por Nabucodnozor no dia 9 de AV, bem assim como a destruição do segundo templo pelos romanos no mesmo dia do ano 70 AD. AS investigações de Mark revelaram que haverá três eclipses do Sol exactamente no mesmo dia do calendário judaico, - isto é, 1 de AV em 2008, 2009 e 2010. De acôrdo com Biltz, estes eclipses no mês de AV indicam dias de trevas para Israel e para as nações, e podem referir-se ao início de uma grande conflagração em Agosto de 2008. O mês judaico de AV, começa êste ano em 2 de Agosto.

       A evidência circunstancial deve também ser considerada. Há várias indicações de que a tensão entre Israel e os seus visinhos muçulmanos está prestes a explodir. O presidente e dirigentes religiosos do Irão instam constantemente pela destruição completa de Israel. O seu programa nuclear está a ser acelerado e armaram a organização Hesbolah do Líbano até aos dentes. Êste grupo terrorista possui presentemente 40.000 mísseis modernos, capazes de atingir qualquer alvo em Israel. Êles renovaram o seu propósito de destruir totalmente o estado judaico, e perpetuam a mesma campanha de ódio contra os Estados Unidos. Há fortes boatos que o presidente Bush tenciona ordenar um ataque às facilidades nucleares do Irão, antes de terminar o seu têrmo na presidência. E Mark não se admiraria se tal ataque fôsse feito durante o próximo mês de AV (Agosto).

       Outra coisa que está a precipitar a próxima guerra contra Israel, é a pressão mundial para que se divida o território israelita e a cidade de Jerusalém, para o estabelecimento de um estado palestino. Em Israel haverá luta intensa pela sobrevivência, mas o Senhor intervirá para pôr fim a esta luta. Depois desta intervenção divina, o Anticristo aparecerá em cena e, falsamente, chamará a si todo o crédito por evitar a guerra.

A última geração
       O cenário inteiro apresentado por Mark Biltz, também é de aplicar ao quadro da última geração, a que Cristo se refere no Seu Discurso no Monte das Oliveiras (Luc. 21:32). Do contexto desta passagem torna-se evidente que a última geração começa ao desabrochar da figueira, que foi a restauração de Israel em 1948. Isso diz respeito a uma geração de 70 anos (Veja Salmo 90:10), que terminará em 2018. Durante esta geração devem-se cumprir todos os acontecimentos que conduzem ao regresso de Cristo, incluindo a tribulação de sete anos. A semana de anos de 30 de Setembro de 2008 a 13 de Setembro de 2015, é a última semana de anos completa que se pode relacionar com o tempo da última geração.

       Existe razão mais que suficiente para considerarmos sèriamente o estudo e conclusões de Mark. É-nos comandado que olhemos para Israel (a figueira), se quizermos saber onde nos encontramos no calendário profético de Deus (Luc. 21:28-31). No mesmo capítulo, o Senhor Jesus diz:- “E haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; e na Terra haverá inquietação nas nações, com perplexidade, e o mar e as ondas rugirão” (Luc. 21:25). Nas profecias bíblicas existe uma relação directa entre os sinais nos corpos celestiais e os acontecimentos inquietantes que acontecem na Terra. Estamos a aproximar-nos rapidamente da altura do cumprimento destes sinais.

       Os eclipses do Sol e da Lua apresentam-se-nos aqui com datas exactas que não podem ser manipuladas. No entanto, Mark diz que estes sinais não devem ser vistos como uma tentativa para marcar a data da segunda vinda de Cristo, mas sim como um chamamento para nos despertar e preparar para o que pode acontecer num futuro próximo. O presente tempo não é para cairmos em sonolência espiritual como as virgens descuidadas.

      Mark explicou o significado destes sinais durante duas entrevistas na TV com o Dr. J. R. Church e Gary Stearman de Profecia Nas Notícias. Êles consideram a informação muito importante. Para mais pormenores visitar www.prophecyinthenews.com

       O Dr. J.R.Church também procurou evitar a marcação de datas pertinentes, aceitando todo o cenário apenas como uma possibilidade. Diz êle, que se uma guerra de maior vulto rebentar em Agosto ou Setembro no Médio Oriente, ficaremos a saber que de facto a altura da partida chegou. Nesse caso, teremnos a esperança de uma espera de curta duração para o arrebatameno dos verdadeiros crentes, depois do que o Anticristo será revelado para enganar todas as populações, como prelúdio do seu reino internacional de terror, que se seguirá 3 anos e meio mais tarde.
Outras opções

        Há outros escatologistas bem conhecidos, como Jack Kelly, que são da opinião que há simplesmente demasiadas coisas que têm de acontecer primeiro, antes do Anticristo ser revelado – entre outras a guerra de Ezequiel 38 e 39. Êle argumenta, que o ano de acontecimentos de 2015, pode ser o princípio da tribulação de sete anos e não o seu fim.

       Independentemente do facto de a marcação do período de tribulação de Jack não se ajustar à época da última geração, existem outros factores que também devem ser considerados. Por exemplo, o Irão não faz segredo da sua intenção de tirar Israel do mapa o mais cedo possível. Aínda mais, deseja vingar-se da América por auxiliar Israel e por atacar o Afganistão e o Iraque, que são nações muçulmanas. A situação tensa no Médio Oriente não pode possivelmente continuar por mais sete anos, sem que uma guerra de maior vulto rebente na região.

       O presidente Bush tem definitivamente uma mente guerreira, e não é impossível que ataque o Irão durante o último estágio da sua presidência. Os Jogos Olímpicos que começam na China em Agosto, afastarão a atenção do mundo do Médio Oriente, oferecendo assim uma oportunidade ideal ao Irão e seus aliados, e também aos Estados Unidos e a Israel para efectuarem ataques de surpresa. Se Israel planear destruir as instalações nucleares do Irão, fá-lo-á enquanto o seu “amigo”de duas caras Bush estiver na presidência. Entre os possíveis sucessores de Bush contam-se Clinton e Obama, ambos pacifistas. Êles não ajudarão Israel no seu esfôrço de guerra, nem atacarão êles próprios o Irão.

       Os repetidos pedidos de muçulmanos radicais para uma jihad de âmbito mundial, ouvem se presentemente em toda a parte:- Do Irão, do Iraque, da Síria, do Líbano, do Afganistão, do Paquistão, do Egipto, dos territórios palestinos em Israel, e mesmo de grupos muçulmanos em Londres. A cena está preparada para o lançamento de um ataque de vulto contra os infiéis não-muçulmanos. A mentalidade de ataques suicidas com bombas, destes países, tem demonstrado contìnuamente que êles têm um ódio fanático aos seus inimigos, inspirado pela sua religião, e que não hesitarão em mergulhar o mundo no cáos.

       Israel continua a ser o seu alvo mais importante, mas o Senhor não vai permitir que aniquilem o Seu povo. De acôrdo com Ezequiel 39:1-5, os muçulmnos radicais que vão invadir Israel sob a direcção da Rússia (Magog), serão destruidos nas montanhas de Israel. Isso, juntamente com o arrebatamento, porá fim à dispensação da igreja, dando ao mesmo tempo a oportunidade ao Anticristo para ser revelado como dirigente mundial de Satanás.

A perspectiva correcta

       Deve ter-se em mente que, durante a grande tribulação, o Sol e a Lua serão escurecidos por longos periodos, devido à poluição atmosférica causada pela guerra e por incêndios e desastres naturais, especialmente erupções vulcânicas. Nas espessas núvens de fumo, o Sol tornar-se-á nêgro como pano de saco e a Lua como sangue. Todos estes fenómenos devem ser vistos como parte de um quadro mais vasto, isto é, como aviso de Deus em relação aos julgamentos a vir sôbre uma humanidade vil e rebelde.

       O assunto mais importante relativamente aos sinais dos tempos, é que devemos considerar o nosso relacionamento pessoal com o Senhor Jesus. Compreender correctamente os sinais proféticos não deve ser a nossa primeira prioridade, mas sim o sermos cristãos cheios do Espírito, mantendo-nos verdadeiramente decididos a ser testemunhas de Cristo até ao fim. Então escaparemos aos julgamentos e iremos ficar com o Senhor quando Êle vier buscar a Sua congregação de noivado, quer sejamos peritos em escatologia bíblica quer não. Devemos manter sempre um equilíbrio correcto nas nossas vidas espirituais, determinando correctamente as nossas prioridades. Se assim fizermos, possuiremos a disposição acertada em ambos os aspectos – obedeceremos a valores espirituais sãos, e teremos ao mesmo tempo um interesse vivo no cumprimento literal das profecias do fim dos tempos relativas à segunda vinda de Cristo.

       Nós estamos a viver em tempos difíceis, em que a nossa fé e amor estão a ser severamente postos à prova. Jesus disse:- “O pecado reinará em toda a parte e arrefecerá o amor de muitos” (Mat. 24:12 – Bíblia Viva). Nós devemos precaver-nos contra o retrocesso na nossa fé. Quando os sinais dos tempos se cumprirem à nossa volta, devemos “Levantar a cabeça e olhar para o alto, pois a nossa redenção está perto” (Lucas 21:28). Devemos ter coragem no meio do deteriorar das coisas no mundo, pois há um futuro de esperança para os cristãos verdadeiros. O Senhor intervirá por meio do arrebatamento, mudando as nossas vidas para sempre:- “Olhai portanto, e orai sempre para que possais ser considerados dignos de escapar a todas estas coisas que vão acontecer e de enfrentar o Filho do Homem” (Lucas 21:36 – ver também 1 Tessal. 4:16-17).

       Nós devemos prosseguir a caminho do alvo que temos à nossa frente, vivendo como pessoas que têm uma forte expectativa de um arrebatamento antes da tribulação: “Mas vós, irmãos, não estais na escuridão de maneira a que (o dia do Senhor) vos possa surpreender como um ladrão” (1 Tessal. 5:4). As pessoas que não esperam a próxima vinda do Senhor e não são espiritualmente fortes, esforçam-se por um reino terrestre criado pelo homem. E as suas actividades vão terminar com uma grande desilusão para si e todos os enganados, pois promoverão sem querer as iniciativas humanísticas de paz e reconciliação da agenda do Anticristo para estabelecer uma nova ordem mundial inspirada por Satanás. De repente essas pessoas vão achar-se no seu reino, sem terem maneira de escapar aos julgamentos de Deus sôbre os iníquos (1Tess. 5:3).

 

ESPECIALISTAS EM PROFECIAS APONTAM PARA “SINAIS INEGÁVEIS” NO CÉU: 
AS LUAS DE SANGUE!

Estudiosos cristãos e judeus apontam para tempos proféticos coincidindo com sinais nos céus!

De tempo em tempos especialistas em profecias apontam para os sinais de cumprimento de alguma revelação bíblica. Os próximos dois anos serão marcados por diversos “sinais nos céus”, já conhecidos e previstos pela astronomia. Para eles, trata-se claramente da abertura de um dos selos descritos em Apocalipse 6.

O primeiro “alerta para a igreja” veio em 2008, quando o assunto foi levantado pelo pastor Mark Biltz, que é descendente de judeus. Ele afirmava ter feito uma descoberta surpreendente. Biltz estava estudando as profecias sobre o Sol e a Lua desde Gênesis, onde a Bíblia afirma que os luzeiros no céu serviriam “para sinais e para as estações do ano”.

“O termo em hebraico implica que não é apenas um sinal, mas um sinal da Sua vinda.” esclarece. Biltz diz ainda que a palavra traduzida como “estações” tem o sentido de “tempo determinado”, implicando na comemoração das festas estabelecidas por Deus no Antigo Testamento e que seguem o calendário lunar adotado pelos judeus.

Ele lembra de textos como Joel 2:31: “O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do SENHOR”, repetido em Atos 2:20. Também aponta para Mateus 24:29-30, quando Jesus diz “o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz. … E então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem” e Lucas 21:11: “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu”.

“Deus quer que olhemos para o calendário bíblico, pois ele vai sinalizar sua vinda… precisamos estar atentos às festividades bíblicas, pois são todas proféticas”, afirma Biltz, pastor da igreja El Shaddai em Bonney Lake, Washington. Ao fazer uma análise sobre o fenômeno conhecido como “lua de sangue”, que ocorre quando o Sol fica em frente à Lua no firmamento, Biltz notou que esse tipo de eclipse lunar ocorreria justamente durante as festas bíblicas em 2014 e 2015. O pastor acredita que ao se tratar de sinais na terra, como fomes, pestes e guerras, a humanidade já está acostumada a ouvir falar, mas não ocorrer o mesmo quando são sinais no céu.

Convencido da importância desse fator, o pastor John Hagee fez um estudo aprofundado sobre esses eventos. Este ano, lançou um livro e um DVD com o título “Four Blood Moons: something is about to change” [As 4 luas de sangue: algo está prestes a mudar"]. Ele explica que usou as projeções da NASA, relatos históricos e a Bíblia. Para Hagee existe uma conexão direta entre os quatro próximos eclipses lunares (lua de sangue) e “o que eles anunciam para Israel e para toda a humanidade.”

Seu argumento principal é que ao longo dos últimos 500 anos, três luas de sangue ocorreram no primeiro dia da Páscoa. 

Estas aparições estão ligadas à alguns dos dias mais importantes da história judaica:

1492 – o último ano da Inquisição espanhola, quando os judeus foram expulsos da Espanha;

1948 – ano da proclamação do Estado de Israel e da Guerra da Independência;

1967 – início da guerra dos Seis Dias ou Guerra do Yon Kippur (o ano novo judaico), quando Israel lutou contra 3 nações árabes, reconquistou e anexou Jerusalém, a Cisjordânia e as colinas de Golan na Síria, como parte de seu território.

“Cada corpo celeste é controlado pela mão invisível de Deus, o que sinaliza eventos futuros para a humanidade. Não há acidentes no movimento solar ou lunar”, argumenta Hagee. Para ele é de extrema importância que os cristãos entendam estes sinais proféticos que apontam para a Segunda Vinda de Jesus.

Mais recentemente, o pastor Steve Cioccolanti, da Igreja Discover, na Austrália, produziu um longo vídeo em formato de DVD (também disponível no Youtube), sobre os “8 Supersinais nos céus antes do 70º Aniversário da fundação do Estado de Israel, que será comerado em 14 Maio de 2018).

Segundo ele, tudo o que Deus prometeu na Bíblia está relacionado com Israel e o povo judeu. Falando sobre as raízes hebraicas das profecias sobre o fim tempo, ele aponta "oito sinais" que serão vistos no céu antes do aniversário dos 70 anos da restauração de Israel. 

Por que o número 70 é importante?

Cioccolanti explica: “Porque Israel ficou 70 anos no cativeiro babilônico e demorou 70 anos entre o nascimento de Jesus e a destruição do templo em Jerusalém. Portanto, é algo muito importante o fato de Israel estar prestes a completar 70 anos desde seu renascimento como nação, em 1948.”

Ele faz longas observações tentando explicar os oito sinais, juntamente com algumas observações sobre as datas que eles acontecerão. 

Para ele a questão é simples, esses sinais provavelmente “nunca mais ocorrerão nessa sequência” e alerta: “irão começar em breve”. 

Lembra ainda que, no Talmude, o livro judeu de Interpretação da lei, é ensinado: “Quando a lua estiver em eclipse, é um mau presságio para Israel. 

Se a sua face for tão vermelha quanto o sangue, a espada [guerra] está vindo ao mundo”. 

Para o judaísmo, a Lua é um sinal para Israel, enquanto o Sol é um sinal para os gentíos [o resto das nações do mundo].

1 – Cometa Ison (28 de novembro de 2013) – A NASA já divulgou que este ano (final de 2013) veremos um cometa com cauda brilhante como a lua cheia.

2 – Primeira Lua de Sangue (15 de abril de 2014) – terá início a “Tétrade”, período em que haverá quatro eclipses lunares consecutivos, que são todos eclipses totais: Prenúncio de uma guerra mundial (ou regional) sangrenta, envolvendo Israel).

3- Segunda Lua de Sangue (08 de outubro de 2014) – Festa dos Tabernáculos (Sucot ou Sukkot) no calendário de Israel.

4- Eclipse Solar Total (20 de março de 2015) – Um sinal para os gentíos (todas as nações do mundo, afora Israel). É o aniversário da provável data em que Moisés tirou os judeus do Egito, chamada de "A Passagem" (a travessia do mar vermelho), o "Pêssach" ou para nós "A Páscoa".

5- Terceira Lua de Sangue (4 de Abril de 2015) – data em que se comemora a Festa dos Tabernáculos ou Festa das Cabanas judaica, também comemorada no mês de outubro.

6 – Eclipse solar parcial (13 de setembro de 2015) – Festa das trombetas no calendário de Israel e 7º aniversário desde a última grande queda do mercado.

7 – Quarta Lua de Sangue (28 de setembro de 2015) – Super-lua, que também será um eclipse lunar. A lua nunca esteve tão próxima da Terra. Esse evento ocorrerá durante a Festa dos Tabernáculos (ou Sukkot).

8- Virgem vestida de Sol (23 setembro de 2017) – 50º aniversário da reconquista de Jerusalém desde 1967 (Jubileu). Brilhos extraordinários da constelação de Virgem, cumprimento da Profecia de Apocalipse 12.

Data profética principal: da comemoração dos 70 anos da Independência de Israel (em 14 de maio de 2018), marcando o renascimento da nação.

Paralelo a isso tudo, entre os judeus há um crença parecida, baseada nas profecias do famoso rabino Judah Ben Samuel, um fervoroso estudante do Tanach [Antigo Testamento]. Ele foi o fundador do movimento judaico Hasídico. Ele morreu em 1217, mas, deixou escritos com suas conclusões. 
Para muitos, são profecias sobre os últimos “Jubileus”, períodos proféticos de 50 anos, seguindo o texto bíblico do livro de Números cap. 25.

1. Desde a data em que profetizou (no ano 1217), passariam 6 jubileus (6 períodos de 50 anos cada ou 300 anos) até que viessem tomar a cidade de Jerusalém. De fato, os Turcos-Otomanos conquistaram Jerusalém em 1517: 1217 + 300 anos = 1517.  

2. A cidade de Jerusalém estaria sob o domínio [dos Turcos-Otomanos] durante 8 Jubileus, ou seja, 400 anos exatos. Essa profecia considera-se cumprida, pois, os Turcos-Otomanos ficaram em Jerusalém até 1917, quando foram expulsos pelo exército britânico, que recebeu o mandato sobre a Palestina, permanecendo em Jerusalém até 1948, ano da fundação do Estado de Israel.

3. A cidade de Jerusalém seria, desde então, uma “terra de ninguém” pelo espaço de 1 Jubileu (50 anos). A Inglaterra atuou politicamente como “Protetorado” entre 1917 e 1967, pois, em junho daquele ano o exército de Israel expulsou os árabes da cidade de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias ou Guerra do Yon Kippur, quando Israel, milagrosamente derrotou o Egito, a Síria e a Jordânia, 
apoiados pelo IraqueKuwaitArábia SauditaArgélia e Sudão.
 

4. Os Judeus dominariam, então, a cidade, durante mais 1 Jubileu (ou por mais 50 anos: de 1967 até 2017), ano que marcaria o Jubileu final, que daria início à Era Messiânica. O Yon Kippur (ano novo judaico) será em 30 de setembro de 2017.

Uma vez que o ano de 2017 de nosso calendário gregoriano atual, será o ano 5777 do calendário judaico, muitos acreditam que a união dos 3 “setes” no ano judaico, aponta para a perfeição e a plenitude na cultura judaica.

*Com informações de WND e Christian Post.

ISRAEL E AS LUAS SANGRENTAS DE 2014 E 2015

“O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor.”  Joel 2:31.

O pastor Mark Biltz, um judeu messiânico dos Ministérios El Shaddai, perto de Washington, fez uma descoberta fantástica sobre os eclipses do Sol e da Lua, relacionando-os com as profecias bíblicas acerca de Israel. 

Refere-se ele a várias “luas sangrentas” que vão acontecer em 2014 e em 2015, durante o ano sabático da próxima semana de anos. Ele interpreta este fenômeno baseando-se em Joel 2:31, onde Deus diz: “O Sol tornar-se-á escuridão e a Lua sangue, antes de chegar o grande e terrível dia do Senhor”.

Mark obteve esta informação do Eclipse no Website da NASA, tendo descoberto um quadro claro na sequência de eclipses, ao datá-los de acordo com o calendário judaico. A ocorrência de quatro luas sangrentas em anos sucessivos é acontecimento raro na história. Aconteceu em 1949/50, depois de Israel ter sido restaurado na sua terra em 1948, e de novo em 1967/68, depois da Jerusalém bíblica (a Cidade Velha), ter sido reconquistada por Israel em Junho de 1967. A próxima vez a acontecer será em 2014/15, e é muito provável que possa acontecer concorrentemente com importantes acontecimentos proféticos em  Israel.

Não pode ser atribuído à coincidência, que todas as quatro luas sangrentas de 2014/15 se verifiquem durante festivais religiosos de Israel, juntamente com dois eclipses do Sol também em dias importantes em 2015. 

Haverá uma lua sangrenta no 14º dia do mês Nissan, em 2014, na data da celebração da Páscoa judaica em Israel (Levítico 23:5). Nissan é o primeiro mês do calendário religioso judaico. 

No 15º dia do sétimo mês (Tishri), quando começa a festa dos Tabernáculos (Levítico 23:34), haverá outra lua sangrenta. E em 2015 repetir-se-á exatamente o mesmo cenário. Devido ao ano lunar de Israel, estas datas coincidem todas com a lua cheia – e nestas ocasiões a lua tornar-se cor de sangue. 

Além dos eclipses lunares, haverá também dois eclipses do Sol em 2015 – um no primeiro dia de Nissan e de novo outro no primeiro dia de Tishri. 

Rosh Hashanah (Novo Ano judaico) celebra-se no 1º dia de Tishri, que é o começo do seu calendário civil.

As descobertas de Mark Biltz tornam-se ainda mais significativas, quando se leva em conta que o ano, de 25 de Setembro de 2014 à 13 de Setembro de 2015 será um ano sabático, que concluirá a semana de anos que começa com a festa de Rosh Hashanah em 30 de Setembro de 2008.

Quatro luas sangrentas em anos sucessivos nunca mais se registarão durante todo o resto do século 21.

Outras evidências proféticas apoiam esta expectativa, e Mark Biltz também se referiu a outros sinais com ela relacionados. Ele diz que os eclipses do Sol estão associados a épocas de trevas na história de Israel, especialmente quando eles ocorrem  no mês de AV (Julho/Agosto). Os judeus jejuam durante este mês e lamentam a destruição do primeiro templo por Nabucodnozor no dia 9 de AV, bem assim como a destruição do segundo  templo pelos romanos no mesmo dia do ano 70 AD.

A evidência circunstancial deve também ser considerada. Há várias indicações de que a tensão entre Israel e os seus vizinhos muçulmanos está prestes a explodir. O  presidente e dirigentes religiosos do Irã instam constantemente pela destruição completa de Israel. O seu programa nuclear está a ser acelerado e armaram a organização Hesbolah do Líbano até aos dentes. Este grupo terrorista possui presentemente 40.000 mísseis modernos, capazes de atingir qualquer alvo em Israel. Eles renovaram o seu propósito de destruir totalmente o estado judaico, e perpetuam a mesma campanha de ódio contra os Estados Unidos.

Outra coisa que está a precipitar a próxima guerra contra Israel, é a pressão mundial para que se divida o território israelita e a cidade de Jerusalém, para o estabelecimento de um estado palestino. Em Israel haverá luta intensa pela sobrevivência, mas o Senhor intervirá para pôr fim a esta luta. Depois desta intervenção divina, o Anticristo aparecerá em cena e, falsamente chamará para si, todo o crédito por evitar a guerra. 

A Última Geração

O cenário inteiro apresentado por Mark Biltz, também é de aplicar ao quadro da última geração, a que Cristo se refere no seu Discurso no Monte das Oliveiras (Lucas 21:32). Do contexto desta passagem torna-se evidente que a última geração começa ao desabrochar da figueira, que foi a restauração de Israel em 1948. Isso diz respeito a uma geração de 70 anos (Veja Salmo 90:10), que terminará em 2018 ou em 2028. Durante esta geração devem-se cumprir todos os acontecimentos que conduzem ao regresso de Cristo.

Existe razão mais que suficiente para considerarmos seriamente o estudo e conclusões de Mark. É-nos ordenado que olhemos para Israel (a figueira), se quisermos saber onde nos encontramos no calendário profético de Deus (Lucas 21:28-31). No mesmo capítulo de Lucas, o Senhor Jesus diz: “E haverá sinais no Sol, na Lua e nas estrelas; e na Terra haverá inquietação nas nações, com perplexidade, e o mar e as ondas rugirão” (Lucas 21:25).
 
Nas profecias bíblicas existe uma relação direta entre os sinais nos corpos celestiais e os acontecimentos inquietantes que acontecem na Terra.
 
Estamos a aproximar-nos rapidamente da altura do cumprimento destes sinais.

Os eclipses do Sol e da Lua apresentam-se-nos aqui com datas exactas que não podem ser manipuladas. No entanto, Mark diz que estes sinais não devem ser vistos como uma tentativa para marcar a data da segunda vinda de Cristo, mas sim como um chamamento para nos despertar e preparar para o que pode acontecer num futuro próximo. O presente tempo não é para cairmos em sonolência espiritual como as virgens descuidadas.


Apocalipse 13 é um dos mais fascinantes e misteriosos capítulos de toda a Bíblia. Esse capítulo é singular para a nossa época, porque não identifica países definidos por fronteiras; em vez disso, ele fala do mundo inteiro – um mundo global. Essa mensagem simplesmente ignora que o planeta Terra é dividido em cinco continentes e aproximadamente 200 nações. Ele ignora que essas nações são diversas, falam línguas diferentes, têm diferentes culturas, praticam várias religiões, têm seus próprios costumes e festejam seus próprios feriados. Apocalipse 13 ignora tudo isso e simplesmente nos revela um mundo único no final dos tempos: uma Nova Ordem Mundial para todas as pessoas do planeta Terra.
Sabemos que uma situação dessas seria impossível um século atrás. O mundo era muito diversificado e dividido por fronteiras nacionais, mantidas por forças militares. Mas, hoje em dia, está acontecendo uma coisa que nunca aconteceu antes: a corrida em direção ao globalismo.
Durante a crise financeira internacional, o globalismo atravessou um terreno instável, em que as nações tentaram desesperadamente cuidar de si mesmas. Neste contexto, o protecionismo tornou-se uma questão séria para o mundo. Mas tudo isso é temporário. Não devemos jamais permitir que nossa visão da profecia bíblica seja obscurecida pelas circunstâncias atuais. No fim das contas, o mundo precisa, e irá, se tornar um. Essa é uma sentença irrevogável da profecia bíblica.
Apocalipse 13 mostra o resumo do sucesso fraudulento de Satanás, o deus deste mundo e príncipe das trevas que dominou o planeta Terra com suas artimanhas. Esse capítulo da Bíblia fala de política, comércio e religião; tudo junto. A autoridade terrena é o Anticristo; seu poder é absoluto. Ninguém pode existir no planeta Terra se não tiver a marca da besta.
Os 18 versículos de Apocalipse 13 são uma mensagem compacta sobre o final dos tempos, destacando três identidades principais:
1. O dragão;
2. A primeira besta, que é o Anticristo; e
3. A segunda besta, que é o falso profeta.

Trindade e criação

O dragão, a primeira e a segunda besta são uma imitação da Trindade de Deus. Sua tarefa é a criação de duas coisas específicas: 1. A imagem da besta; e 2. A marca da besta.
Enquanto Deus criou o homem à sua imagem e lhe ordenou que sujeitasse a terra, a trindade do mal cria a imagem e a marca da besta para sujeitar o homem. O propósito de Satanás é tornar o homem sujeito à sua autoridade. Satanás quer ser Deus. Essa, em resumo, é a história da humanidade.

Introdução à revelação de Jesus Cristo

A mensagem desse capítulo precisa ser entendida, estudada e analisada no contexto de todo o livro do Apocalipse.
O livro começa com: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João” (Apocalipse 1.1); e termina com: “A graça do Senhor Jesus seja com todos” (Apocalipse 22.21). Ele é, portanto, a Revelação de Jesus Cristo.
Os três primeiros capítulos revelam o Senhor exaltado e suas mensagens para sete igrejas especificadas por seus nomes. Essas igrejas são geográfica e historicamente identificáveis. São igrejas reais, existentes na terra.

Céu aberto

Então, no capítulo 4, algo diferente acontece: “Depois destas coisas, olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouvi, como de trombeta ao falar comigo, dizendo: Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas” (v. 1). Agora, o lugar do evento é o céu. O texto menciona especificamente que João recebeu ordem de subir “para aqui” a fim de ver e transcrever “o que deve acontecer depois destas coisas”.
Ao lermos o livro de Apocalipse, é importante entender que esta é uma mensagem vinda do céu.

Fora deste mundo

Ao lermos o livro de Apocalipse, é importante entender que esta é uma mensagem vinda do céu. João está na presença do Senhor, no céu. Estamos diante de algo que, literalmente, não é deste mundo, mas é endereçado às pessoas da terra, particularmente àqueles que lêem e ouvem: “Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo” (Apocalipse 1.3).

Coisas físicas terrenas e coisas físicas espirituais

Ao lermos o livro de Apocalipse como crentes em Cristo, precisamos pedir sabedoria para distinguir entre coisas físicas terrenas e coisas físicas espirituais.
Aqui está um exemplo: No capítulo 1, encontramos uma descrição do Senhor:
“Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro.  A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força” (v. 12-16).
João é incapaz de descrever o que está vendo, senão através de definições metafóricas. Observe as palavras “semelhante” e “como”. Os seus cabelos eram brancos“como neve”; seus olhos, “como chama de fogo”; seus pés “semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha”; a sua voz “como voz de muitas águas”. Se deixarmos nossa imaginação correr solta, construiremos uma figura delirante: um homem com cabelo branco, com labaredas saindo dos olhos, pés pegando fogo, e com uma voz parecendo as Cataratas do Niágara. Esses pensamentos nos levam a uma imagem distorcida da realidade espiritual que o autor tenta transmitir no livro de Apocalipse.
Vejamos alguns outros exemplos.

Irreal, em termos terrenos

No capítulo 5, lemos estas palavras: “... eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu...” (v. 5). No verso 6, lemos: “... entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto...”. Obviamente, o Senhor não havia se transformado num animal, num cordeiro, e nem num leão. Ele é aquele que Isaías descreve: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6).
Mas, novamente, acho que todos nós concordamos que uma criança não poderia ser chamada de “Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. Sob o ponto de vista intelectual, não faz o menor sentido. Assim, precisamos nos lembrar do que diz 1 Coríntios 2.14-15: “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém”.

Não faz sentido presumir que a besta sobre a qual lemos em Apocalipse 13 seja um animal desconhecido que tem sete cabeças e dez chifres.

A besta de sete cabeças

Do mesmo modo, não faz sentido presumir que a besta sobre a qual lemos em Apocalipse 13 seja um animal desconhecido que tem sete cabeças e dez chifres. Se deixarmos essas fantasias entrarem na nossa mente, imaginando a figura de um monstro, teremos dificuldade em entender o significado espiritual realista dessa profecia.
Apocalipse 13 pode ser difícil de entender, mas isso não altera o que está escrito em 2 Timóteo 3.16: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”. Com essas palavras, temos a garantia da confiabilidade da Bíblia e recebemos instruções para estudar criteriosamente o conteúdo da Bíblia; neste caso, o livro de Apocalipse.

Toda a terra

Em particular, este capítulo se aplica à época em que vivemos por causa das palavras que identificam o globalismo: “toda a terra” (v. 3); “cada tribo, povo, língua e nação” (v. 7); “adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra” (v. 8); “a terra e os seus habitantes” (v. 12). Essas palavras apontam claramente o que está acontecendo em nossos dias. “Toda a terra” significa o mundo inteiro, e essa é a característica do globalismo.
É mais do que evidente que isso não poderia ter acontecido 100 ou 200 anos atrás. Naquela época, seria impossível para o mundo se unir, ser governado por um único líder ou ter um sistema econômico que monopolizasse o planeta Terra. Pensar em uma religião unificada que fizesse com que “todos os que habitam sobre a terra” adorassem a besta era algo completamente fora de cogitação.

O que aconteceria se seus aviões não pudessem voar por cima dos outros países? A interdependência é um resultado natural do avanço tecnológico.

A nova interdependência

Até há pouco tempo, as nações tinham independência. Cada uma delas precisava zelar pela segurança de suas fronteiras e estabelecer novas, na maioria das vezes pelo uso da força. Elas tinham que cuidar de sua economia, finanças e religião, independentes umas das outras. Mas, hoje em dia, isso já não acontece. Praticamente tudo se tornou uma questão global. Tudo o que acontece em outros países, afeta o nosso. A independência foi substituída pela interdependência. O motivo disso é bastante razoável. Por exemplo, para fazer vôos para a Europa, os Estados Unidos tem que pedir permissão ao Canadá para cruzar seu espaço aéreo. Pense só em países interiores, como a Suíça. O que aconteceria se seus aviões não pudessem voar por cima dos outros países? A interdependência é um resultado natural do avanço tecnológico.

Comunicação

A comunicação entre as nações também era limitada. Os países falavam línguas diferentes. A tradução só estava ao alcance das classes superiores. Ninguém sabia realmente o que estava acontecendo no país vizinho. A única informação disponível era aquela fornecida por seus respectivos líderes.
Hoje em dia, podemos nos comunicar com o mundo todo a qualquer hora. Ondas de rádio, telefone, satélites e cabos interconectaram os continentes. Praticamente todas as pessoas podem se comunicar com qualquer um a qualquer hora.

Transporte

Quando lemos na Bíblia sobre uma sociedade política, econômica e religiosa global, compreendemos que só nos nossos dias é que essas coisas são possíveis.
 
E o que dizer dos transportes? As possibilidades eram bastante limitadas antes de 1900. Os transportes terrestres dependiam da tração animal: cavalo, jumento, camelo, etc. Essa forma de viajar extremamente desconfortável provocava dores nas costas, era muito cansativa e expunha o viajante a grandes perigos. Até mesmo um rei não conseguia percorrer mais do que alguns quilômetros por dia. Além disso, não havia estradas pavimentadas que permitissem uma viagem com um mínimo de conforto. Fora dos vilarejos e cidades, não havia ruas pavimentadas nem rodovias de concreto. As viagens dependiam das condições meteorológicas. Ao tentar ir de um lugar ao outro, o viajante podia ficar retido por vários dias por causa da chuva, por exemplo. As pontes eram poucas. No calor do verão, deveria ser insuportável viajar por aquelas estradas quentes e poeirentas, através de densas florestas, sujeito a todo tipo de perigo a cada curva. Cruzar os oceanos era se arriscar num barquinho de madeira, dependendo dos ventos para se mover e esperando que eles soprassem na direção certa. Histórias sobre as antigas viagens marítimas ficaram registradas para nós no Livro dos Atos. Hoje, podemos praticamente dar a volta ao mundo em 24 horas. Um percurso de 50 km numa cidade não é nada incomum. Muitos fazem isso diariamente.
Portanto, quando lemos na Bíblia sobre uma sociedade política, econômica e religiosa global, compreendemos que só nos nossos dias é que essas coisas são possíveis. Estamos vivendo na época em que essas coisas podem se cumprir.


Espero que esta breve introdução prepare o palco para nosso estudo a respeito desse capítulo singular – Apocalipse 13 – e transmita ao nosso coração a mensagem de que esta é realmente a preparação para a última vitória de Satanás! (Arno Froese - http://www.chamada.com.br/)


Arno Froese É o Diretor-Executivo da Obra Missionária Chamada da Meia-Noite nos Estados Unidos. Realiza várias conferências anualmente nos EUA e edita as revistas “Chamada da Meia-Noite” e “Notícias de Israel” em língua inglesa. Arno Froese é autor dos livros: “A Misteriosa Babilônia de Saddam”, “Rumo ao Sétimo Milênio”, “O Arrebatamento” (em língua inglesa) e “Como a Democracia Elegerá o Anticristo” (disponível em português).

JESUS É EMANUEL - DEUS CONOSCO

 
 
 
 
 
Veja a tradução da canção:
O Nome que permanece
É óbvio que um nome é apenas uma palavra.
Pode ser facilmente esquecido assim que o ouvimos.
Mas um Nome foi falado antes do primeiro dia do mundo
E ainda haverá quando tudo o que é deixar de existir.
Saído da boca de Deus
Chegou aos ouvidos de Maria nas asas de um anjo
Jesus, Jesus
A Palavra que veio dar a vida por nós.
A música que toda a criação canta.
Jesus, Jesus, as mais importantes nações da terra vêm e vão
Mas Jesus é o Nome que permanece
Quando acordo de um pesadelo horrível
O desespero me alcança e me envolve
Quando estou com tanto medo que nem sei como orar
Eu simplesmente digo este Nome, e o sinto que ele expulsa todo o medo.
Esperança e promessa eternas: o amanhecer sem fim
Quando o tempo finalmente chegar ao fim
 Jesus é o Nome que permanece 


"Entre 1915 e 1917 os turcos exterminaram mais de um milhão de armênios. Quem fala sobre isso hoje?" - Adolf Hitler, 1939, pouco antes de iniciar o Holocausto.

No dia 24 de abril comemora-se em diversos países o Dia em Memória ao Genocídio Armênio. No curto período entre 1915 e 1917, cerca de 1,5 milhão de homens, mulheres e crianças armênias foram mortas pelos turcos.

Além de um tributo às suas vítimas, a data tem a importância de nos alertar que tragédias desta natureza, se não denunciadas e relembradas, tendem a se repetir.

Historiadores hoje concordam que o Genocídio Armênio teve forte influência na política e nos métodos de extermínio dos judeus empregados pelos nazistas.



Quinze anos antes do Holocausto, transporte de famílias em trens de carga, marchas da morte e campos de extermínio em massa já eram amplamente utilizados pelos turcos contra os armênios e observados atentamente por oficiais alemães.

Mais do que isso, a indiferença da comunidade internacional durante o Genocídio Armênio serviu como estímulo às pretensões nazistas. "Quem fala hoje sobre extermínio dos armênios?", teria indagado o próprio Adolf Hitler, em 1939, a generais que temiam a repercussão de um massacre aos judeus. (Renato Aizenman - Israel na Web - http://www.beth-shalom.com.br)

Saiba mais:

·         Wikipedia (em português) - O Genocídio Armênio

·         Ensaio (em inglês) - Como o Genocídio Armênio inspirou Hitler
 
 
A Chave da Felicidade da Família
A chave da felicidade da família TODOS nós temos o desejo de ser felizes, não é verdade? Não importa qual a nossa idade, nacionalidade ou posição na vida, queremos ser felizes. E visto que a felicidade aumenta quando é partilhada, nosso coração se alegra quando vemos que outros também estão satisfeitos e contentes. Isto se dá especialmente com os que nos são achegados e queridos, nossos amados. E quando existe entre os membros da família tal estado bendito de bem-estar, conhecido como felicidade, não é verdade que então é mais fácil de lidar com as inevitáveis adversidades da vida, que se tornam mais suportáveis? Portanto, quem negará que a vida familiar feliz é desejável?

De fato, mesmo neste mundo caótico, a vida familiar pode ser muito agradável. É verdade que representa muito trabalho árduo, ansiedades e sacrifícios. Mas, qual a família que não concordará em que a alegria compensadora faz com que valha a pena? Todavia, agradável como seja a vida familiar, a família realmente feliz é hoje uma exceção. Naturalmente, qualquer família tem seus ‘altos e baixos’; nenhuma está isenta de problemas. Mal-entendidos, por exemplo, estragam a felicidade de qualquer lar, caso se permita sua persistência. Ou diversas coisas, tais como a doença ou as pressões do trabalho, podem contribuir para a irascibilidade ou irritabilidade, a qual, por sua vez, pode resultar em palavras e ações lamentáveis. Estas, por sua vez, podem levar a mágoas, e, assim, a relações tensas. Portanto, os problemas, grandes ou pequenos, são a sorte comum das famílias neste mundo imperfeito em que vivemos.

FAMÍLIAS EM CRISE

O modo de vida neste século 20 tem acentuado tanto os problemas familiares, que alguns expressam sua preocupação com a própria continuidade da instituição familiar como unidade básica da família humana. O vertiginoso aumento dos divórcios, as separações, e as relações consensuais e homossexuais são alguns dos fatores que causam tal preocupação.

Visto haver tantas famílias na terra em estado de crise, é apenas lógico que perguntemos: Por quê? Embora talvez sejam bem sucedidos em outros campos de empenho, por que falham tantos em ser bem sucedidos no lar? Apesar de recorrerem a conselheiros familiares, psiquiatras e outros similares, por que não descobriram a chave da felicidade familiar?

Embora não seja assunto para brincadeiras, a chave da resposta está numa frase amiúde proferida despreocupadamente: “Quando tudo o mais fracassa, siga as instruções.” Quando se segue as instruções, como na operação duma máquina, em geral podem ser evitados defeitos e paralisações. De modo que, naturalmente, as instruções devem ser consultadas primeiro. Entretanto, por causa da natureza humana, freqüentemente são consultadas apenas como último recurso, “quando tudo o mais fracassa”. Mas, quais são as “instruções”? Onde podem ser encontradas?

O FUNDADOR DA FAMÍLIA

A família é muito mais complexa do que qualquer máquina já inventada pelo homem. Portanto, é muito anticientífico supor que ela veio à existência por acaso ou acidente, sem a intervenção dum projetista ou criador. Cada efeito precisa ter uma causa correspondente. Portanto, o escritor do primeiro século estava cientificamente certo quando declarou: “Cada casa . . . é construída por alguém, mas quem construiu todas as coisas é Deus.” — Heb. 3:4.

De modo que a vida familiar não surgiu por acaso. Foi causada. Algum tempo depois de criar o primeiro homem, o Causador disso declarou: “Não é bom que o homem continue só. Vou fazer-lhe uma ajudadora como complemento dele.” Daí, unindo nossos pais originais em casamento, de pleno acordo com tê-los feito macho e fêmea, “Deus os abençoou e Deus lhes disse: ‘Sede fecundos e tornai-vos muitos, e enchei a terra, e sujeitai-a’”. (Gên. 2:18; 1:27, 28) Assim, veio à existência o arranjo familiar, em cumprimento do propósito declarado de Deus.

PROVIDAS ORIENTAÇÕES PARA UMA VIDA FELIZ EM FAMÍLIA

Ora, será que o Fundador da família esperava que seus filhos terrestres aprendessem seus papéis na vida pelo doloroso processo de tentativa e erro? Ou forneceu-nos orientações sobre como a unidade familiar deve funcionar? Conforme seria de se esperar dum Pai amoroso, ele nos deu regras de ação ou “instruções” para nos orientar. A chave da felicidade da família está em ‘seguirmos as instruções’ sobre a vida familiar e em cultivarmos uma boa relação com o Autor delas, Aquele que nos fez. — Sal 100:3; 119:1, 2; 128:1, 2.

Há uns 3.500 anos, nosso amoroso Criador, em nosso benefício, começou a fazer registrar as orientações para a vida familiar, num volume de pequenos livros, que trata de maneira compreensiva do assunto da família. Este volume, hoje disponível por inteiro ou em partes em mais de 1.600 idiomas, é acessível virtualmente a todas as famílias da terra. Em vista do incomparável valor de seu conteúdo, é deveras providencial que se trata do livro mais divulgado em toda a história. Este livro, naturalmente, é a Bíblia Sagrada.

Na menção da Bíblia Sagrada como fonte de informações sobre a vida familiar, poderia o leitor chegar à conclusão de que nos referimos aos ensinos das igrejas nominais sobre o assunto? Não. Porque, mesmo já um exame superficial mostrará que as igrejas mundanas da cristandade difamaram o Deus da Bíblia, e invalidaram a Sua Palavra por causa de suas filosofias e tradições humanas (Sal 83:18; Mat. 15:6) Não é por coincidência, pois, que o colapso da vida familiar seja tão evidente no seu domínio. Não obstante, os antecedentes culposos das igrejas de modo algum detraem da veracidade, da fidedignidade e da qualidade prática da Bíblia, como guia muito necessário para encontrarmos a chave da felicidade da família.

A Bíblia destaca-se como livro sobre a vida familiar Falando-nos sobre o primeiro casamento, explica por que Deus fez os sexos, e, portanto, o propósito do sexo e seu lugar legítimo na vida honrosa da família.

Na Palavra de Deus podemos ler também sobre as provações e as alegrias de literalmente dezenas de famílias. Tais relatos familiares podem ser de grande benefício para todos nós, jovens e idosos. Está procurando um cônjuge que mostre ser companheiro ou companheira leal? Então desejará consultar o conselho da Bíblia sobre como fazer uma boa escolha e preparar-se para as responsabilidades do casamento. É você marido e chefe de família? Então, certamente tirará proveito dos muitos bons exemplos bíblicos de homens que foram bem sucedidos nestes papéis. É você esposa e mãe? Seus deveres são admitidamente muitos, não são? Não obstante, a Bíblia lhe mostrará como ter alegria em lidar com eles e como granjear para si o louvor da família apreciativa. Ou você talvez seja aquele produto maravilhoso da união marital, filho ou filha. O que poderá fazer para contribuir para um ambiente cordial e amoroso no seu lar? Gostaria de saber? A Palavra inspirada de Deus o informará.

É na Palavra de Deus que encontrará as respostas a muitos dos problemas da vida, inclusive para os problemas familiares. Visto que seu Criador é o “Deus feliz”, ele quer que sua família também seja feliz (1 Tim. 1:11; Pro. 2:6; 3:13, 18) Conforme mostram os relatos que seguem, cristãos ao redor do mundo estão sempre dispostos a ajudar outros a encontrar essa felicidade, junto com amor, alegria e paz.
 
TEXTO EXTRAÍDO DE " BIBLIOTECA BÍBLICA VIRTUAL"

            O profeta Daniel viveu em tempos tumultuados. Numa vida que se prolongou possivelmente até aos 90 anos, Daniel experimentou a queda do Reino de Judá pelas mãos de Babilônia, e depois a destruição de Babilônia pelos medo-persas. Durante essas reviravoltas políticas, quando as superpotências da época entravam em confronto direto umas contra as outras, competindo pelo controle do antigo Oriente Médio, Deus revelou a Daniel que tudo estava sob Seu controle e de acordo com o plano que Ele tinha para Seu povo, Israel, e para a vinda do reino de Deus à terra.
           Durante os séculos VI e VII a.C., o Reino de Judá foi apanhado em um conflito entre três grandes impérios: a Assíria, a Babilônia e a Medo-Pérsia. O Império Assírio, com base em Nínive, havia governado o antigo Oriente Médio desde o tempo de Tiglate-Pileser III, na metade do século VIII a.C. Foi essa nação que havia conquistado Samaria e levado cativo a Israel, o Reino do Norte, em 722 a.C. Ao final do século seguinte, a Babilônia foi vagarosamente invadindo a Assíria, saqueando Nínive em 612 a.C.
           Em 609 a.C., uma coalizão entre os exércitos da Assíria e os do Egito tentaram reprimir os babilônios em Carquemis. Mas, perto de 605 a.C., sob o poder de Nabucodonosor, a Babilônia foi vitoriosa; e, assim, Judá tornou-se subserviente ao Império Babilônio. 
         Naquele ano, Nabucodonosor levou pessoas cativas do Reino de Judá, dentre elas Daniel. Ele voltou a fazer a mesma coisa em 597 a.C., após a rebelião do rei Joaquim. Este morreu na Babilônia; seu sucessor, Jeoaquim, foi então levado prisioneiro (juntamente com o profeta Ezequiel); e Zedequias se tornou rei. Finalmente, em 586 a.C., após Zedequias ter se rebelado, o rei Nabucodonosor queimou Jerusalém, destruiu o Templo e exilou o restante da nação de Judá. Como a Babilônia já controlava Israel (o Reino do Norte), que havia sido capturado pela Assíria, Babilônia tinha agora total domínio sobre todo o povo judeu.
           O Império Babilônio, embora glorioso, teve vida curta. Treze anos depois da morte de Nabucodonosor, uma coalizão entre os medos e os persas, sob a autoridade do rei Ciro da Pérsia, conquistou a Babilônia, desviando o rio Eufrates e atacando a cidade através do leito do rio, no dia 29 de outubro de 539 a.C. Ciro, então, decretou que todas as nações cativas sob o poder de Babilônia poderiam retornar às suas pátrias. Desta forma, foi dado início ao Império Persa, sem precedentes, que governou desde a Índia até o Mar Mediterrâneo por mais de 200 anos.
        Assim, Daniel viveu durante um tempo de tremendo tumulto político, com a nação judaica sendo subserviente a essas potências maiores. O Livro de Daniel, entretanto, nos ensina que o mundo nunca está fora do controle de Deus e que todas as nações estão sujeitas a Ele.

O Livro





O Livro de Daniel nos ensina que o mundo nunca está fora do controle de Deus e que todas as nações estão sujeitas a Ele.

 



          Embora a Bíblia cristã coloque Daniel entre os Profetas Maiores, a Bíblia hebraica o coloca juntamente com os Escritos. Isso pode ser porque Daniel trabalhou principalmente como um funcionário do governo, primeiro da Babilônia e depois da Pérsia; portanto, o livro foi colocado entre Ester e Esdras/Neemias, juntamente com outros escritos dos tempos pós-exílicos.
         As revelações de Daniel abrangem quase sete décadas e especificam os anos de realeza, quando ele recebia visões. O livro foi escrito tanto em hebraico (Dn 1.1-2.4a; Dn 8.1-12.13) quanto em aramaico (Dn 2.4b-7.28). Aramaico era a língua internacional daquela época e o fato do livro ter sido escrito nas duas línguas nos diz que Daniel escreveu tanto para judeus quanto para gentios.  
         Daniel 1 funciona como uma introdução. Esse capítulo coloca Daniel como um judeu exilado na Babilônia e mostra tanto seu caráter quanto a bênção de Deus sobre ele e sobre seus amigos por causa da fidelidade deles. Os capítulos 2 a 7 estão escritos em aramaico, significando que a mensagem é primeiramente para as nações gentias.
        Os capítulos 2 e 7 revelam quatro reinos gentios de duas formas. No capítulo 2 (o sonho de Nabucodonosor), cada um dos quatro reinos é representado como um tipo de metal na imagem de um homem que é finalmente destruída pela vinda do Reino de Deus. No capítulo 7, os mesmos quatro reinos são apresentados como quatro tipos de bestas. As Escrituras identificam os primeiros três reinos como a Babilônia (Dn 2.37), a Medo-Pérsia (Dn 8.20) e a Grécia (v.21); e o quarto reino é geralmente reconhecido como sendo o Império Romano – o que se encaixa historicamente.
        Da mesma maneira, os dez artelhos da imagem em Daniel 2.41-43 correspondem aos dez chifres da quarta besta em Daniel 7.7,24. A revelação adicional em Daniel 7.8,24 é a que um pequeno chifre irrompe dentre os dez para blasfemar contra Deus. O Altíssimo julga aquele chifre pequeno através do Filho do Homem, e então o reino é entregue aos santos.
        Os capítulos 3 e 6 correspondem um ao outro, pois demonstram a preservação que Deus faz dos que se mantêm fiéis a Ele na época desses governantes gentios. O capítulo 3 é a famosa história de Sadraque, Mesaque e Abedenego e de como Deus os protege na fornalha quando eles não se prostram diante da imagem de Nabucodonosor. Da mesma maneira, Deus protegeu a Daniel, já idoso, (capítulo 6) na cova dos leões quando continuou a se prostrar diante do verdadeiro Deus, mesmo em violação à lei dos medos e dos persas. Os dois relatos não apenas instruem o Povo Escolhido de Deus a ser fiel a Ele enquanto estiver sob o governo dos gentios, mas também instruem os governantes gentios sobre quem é verdadeiramente Deus.
         Essa confiança torna-se, então, o tema dos capítulos 4 e 5. O capítulo 4 é a descrição autobiográfica de Nabucodonosor e de seu encontro com o Deus Altíssimo. É a história do orgulho e da humilhação desse rei durante os sete anos em que sofreu de boantropia (insanidade em que a pessoa pensa que é um bovino). Ele viveu em humilhação, como um animal no campo, até que reconheceu que seu reino e poder vinham de Deus.
        O capítulo 5 reconta a blasfêmia do rei Belsazar e a resposta de Deus quando usou, em sua festa de bebedeiras, os utensílios sagrados do Templo judaico que havia sido destruído. Os dois relatos admoestam os governantes gentios a reconhecerem que a soberania deles sobre Israel vem de Deus. Não vem deles, nem de seus deuses; e eles devem honrar o Deus Altíssimo e Seu povo, ou serão julgados.
         Os capítulos 8 a 12 consistem de três visões, ou revelações, escritas em hebraico e tratam do futuro de Israel sob o domínio de quatro reinos gentios. Todas as três visões enfocam o contínuo julgamento ou sofrimento de Israel nas mãos dos gentios até que venha o Reino de Deus. O capítulo 8 é uma visão revelada em 551 a.C., e trata da opressão de Antíoco IV (Epifânio), um rei selêucida vindo do Império Grego, que profanaria o futuro Segundo Templo em Jerusalém, em 167 a.C., estimulando desta forma a revolta dos Macabeus. Esse rei também é descrito na visão de Daniel 11.21-35.
          O capítulo 9 é a resposta de Deus à oração de Daniel em 539-538 a.C., sobre a profecia de Jeremias de que o povo judeu ficaria no exílio por 70 anos (Jr 25.11-12; Jr 29.10). Daniel entendeu que aquele era o momento do final do exílio (609-539 a.C.).





O Livro de Daniel contém uma mensagem tanto para Israel quanto para as nações gentias. Para os gentios, a mensagem é que reconheçam o Deus de Israel como o Deus Altíssimo e acolham o plano dEle para Israel e para o mundo.



          Deus revelou a Daniel que um período de 70 vezes sete anos de julgamento futuro estava decretado para Jerusalém até que toda a expiação tivesse sido feita em favor de Israel. No final de 483 anos, o Messias deveria ser “cortado” (Dn 9.26), deixando uma última “semana” (um período de sete anos) de julgamento antes do fim (vv.24-27).
          A visão final, registrada nos capítulos 10 a 12, foi dada em 536-535 a.C. e trata da nação de Israel nos “últimos dias” (Dn 10.14). O capítulo 11 visualiza os conflitos entre os selêucidas e os ptolomaicos durante o tempo do Império Grego, que culminou com a abominação da desolação de Antíoco Epifânio no Templo (Dn 11.31).
          Antíoco Epifânio é apresentado como nada menos que um tipo de um futuro governante maior: o Anticristo, que se exaltará contra Deus. O livro termina com o estabelecimento do governo de Deus e a recompensa da ressurreição dos santos.

A Mensagem


              O Livro de Daniel contém uma mensagem tanto para Israel quanto para as nações gentias. Para Israel, a mensagem é que permaneça fiel ao único e verdadeiro Deus a despeito dos sofrimentos sob o governo gentio, enquanto espera o Messias de Deus e o Seu Reino.
               Para os gentios, a mensagem é que reconheçam o Deus de Israel como o Deus Altíssimo e acolham o plano dEle para Israel e para o mundo. Deus deve ser reconhecido como Soberano; e honra e glória devem ser dadas a Ele. Como o próprio Nabucodonosor reconheceu: “o domínio [do Deus de Israel] é sempiterno, e o reino [do Deus de Israel] é de geração em geração” (Dn 4.34).


(Herb Hirt - Israel My Glory - http://www.chamada.com.br/)

Herb Hirt é reitor da Escola de Estudos Bíblicos da Universidade Bíblica da Filadélfia (EUA).

(Texto extraído do site : "Chamada.com.br)